Máquinas já atuam em casas e centros de cuidados, mas especialistas apontam desafios em privacidade, ética e qualificação profissional para expansão do setor
Robôs humanoides que preparam café ou interagem em atividades de educação infantil estão deixando os laboratórios e chegando ao dia a dia das famílias chinesas. Com o avanço da inteligência artificial essas máquinas passam a atuar em comunidades e residências, oferecendo assistência em tarefas domésticas, cuidados com idosos e companhia social.
Primeiros cenários de aplicação
No Centro de Cuidados Inteligentes Wuxin Xiaorong, em Baotou (Mongólia Interior), robôs de reabilitação orientam idosos em exercícios de movimento e registram dados; robôs de transporte auxiliam na locomoção; e robôs de companhia interagem por voz. Wei Wei, presidente do grupo, afirma que “os robôs inteligentes aumentam a eficiência do treinamento de reabilitação dos idosos e reduzem a carga de trabalho de terapeutas e cuidadores”.
